O presidente do Vitória, Fábio Mota, concedeu entrevista coletiva após a derrota por 4×0 para o Palmeiras no Barradão nesta quarta-feira (29) e protestou contra a arbitragem da partida, que expulsou dois jogadores rubro-negros ainda no primeiro tempo.
Discordando das marcações do árbitro carioca Alex Gomes Stefano, o gestor destacou que o lance envolvendo o zagueiro Cacá, que resultou em cinco pontos no queixo para o defensor, deveria ter tido como consequência uma expulsão para o jogador palmeirense. Fabio Mota também afirmou que irá formalizar uma representação junto à Comissão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no queixo e não foi por acaso. Intencional ou não, foram cinco pontos. As expulsões desequilibraram a partida, o Vitória era melhor, tinha 70% de posse de bola e fazia um grande jogo e houve desequilíbrio a partir do momento que não houve expulsão pela agressão ao Cacá”, disse.
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O mandatário, durante sua fala, relembrou uma situação semelhante envolvendo o clube em uma partida contra o Flamengo na temporada passada e avaliou como “difícil fazer futebol no Nordeste”, devido aos erros de arbitragem contra equipes locais.
“Passamos por isso no ano passado contra o Flamengo, estamos acostumados. Não quero me vitimizar, mas é difícil fazer futebol no Nordeste e ainda temos que passar por esse tipo de coisa”, declarou.
Fabio Mota também destacou que Jair Ventura e os jogadores da equipe não dariam entrevista na zona mista, em protesto após o ocorrido.
“É lamentável. Em protesto, nós não vamos fazer entrevista coletiva com o treinador, nem zona mista com os jogadores. Estamos soltando a nota e vamos fazer a reapresentação. Parabéns aos envolvidos por tudo que aconteceu”, completou.








