O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a família Bolsonaro e a extrema direita durante ato de campanha em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, nesta quinta-feira (17).
“Não quero ser comparado com Flávio porque ele não é ninguém. Quero ser comparado com o pai, que foi presidente, que governou quatro anos, que tentou dar o golpe no dia 8 de janeiro, que tramou a minha morte, do Alckmin e do presidente do Tribunal Eleitoral”, afirmou Lula, ao cobrar uma comparação entre os resultados de seus governos e os da gestão de Jair Bolsonaro.
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Durante seu discurso, o chefe do Executivo destacou que a eleição representa uma escolha sobre o país que os brasileiros querem construir. Para Lula, os eleitores precisam decidir entre “um presidente que ama a bandeira nacional ou um presidente que, na calada da noite, beija a bandeira americana”.
Lula também criticou os aliados do bolsonarismo que recorrem ao presidente norte-americano, Donald Trump, para pressionar o Brasil. “Não vamos dar colher de chá para a extrema direita desse país, uma direita fascista que fica pedindo para que Trump intervenha no Brasil”, declarou. Ao longo do discurso, afirmou que não aceitará interferência estrangeira na eleição brasileira e evocou a história de Minas Gerais nas lutas pela independência e pela democracia”, finalizou.











