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Presidente da Saltur explica como são escolhidos os artistas que se apresentam no Festival Virada Salvador

Por Redação Noticiário Baiano•
Presidente da Saltur explica como são escolhidos os artistas que se apresentam no Festival Virada Salvador
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O prefeito Bruno Reis anunciou, na manhã desta quinta-feira (18), durante coletiva no Hotel da Bahia, em Salvador, a grade de atrações que irão compor o Festival Virada Salvador 2026. Entre grandes nomes do cenário local e nacional, estão Ivete Sangalo, que irá comandar a contagem regressiva, Leo Santana, Alok, Edson Gomes, Wesley Safadão e muito mais.

Em conversa com o Noticiário Baiano, Isaac Edington, presidente da Saltur, explicou um pouco sobre a dinâmica de escolha dos artistas que se apresentam no evento, visto que alguns critérios precisam ser estabelecidos previamente pela gestão.

“A gente tem a prata da casa, que normalmente é meio a meio isso, às vezes até mais, e traz também atrações que fazem sucesso no Brasil. Então esse é o mix. A gente reúne o que há de melhor da música aqui na Bahia, que faz sucesso no Brasil, porque afinal de contas a gente quer também que os nossos artistas que fazem sucesso no Brasil tenham essa oportunidade de que as pessoas venham ver esses artistas”, destacou.

Isaac também apontou para a importância na diversidade de gêneros e de contemplar as diversas gerações para entregar “uma grade que agrada a grande maioria”.

O gestor afirmou que não é uma tarefa fácil: “Digo que esse é um grande desafio, é como você montar um quebra-cabeça de 2 milhões de peças. É surreal, porque você tem que preencher uma grade que possa agradar a todo mundo, que possa contemplar todos os ritmos. Muitas vezes não é possível, mas a gente busca isso. Vou dar um exemplo clássico: eu tenho 62 anos, no ano passado, quando falaram em Matuê, eu não fazia menor ideia de quem era Matuê. Lógico, a gente não faz agrade diante do meu gosto, mas a gente fez pesquisas e então percebeu isso, e foi um sucesso”.

Isaac Edington também afirmou que o Festival Virada Salvador virou referência para o Brasil: “Quando a gente começou a fazer esse festival, o Brasil inteiro começou a fazer também. Tem cidade que faz de um dia, tem dois dias. Tem eventos privados que tem artistas nossos que vem pra cá, termina, e vai pra um evento privado. Tem artistas que vêm fazer o Festival da Virada e já veio de dois shows no mesmo dia. E hoje você tem uma questão no Brasil também de logística pra essa movimentação. Então, é de fato um quebra-cabeça de milhões de peças pra poder entregar esse festival. E graças a Deus a gente tem conseguido entregar e atingir esse objetivo de agradar a maioria das pessoas”.