Pular para o conteúdo
Noticiário Baiano - Jornalismo com independência e Credibilidade
Canal do Zap
Política

Fundador do Novo e representante da direita, João Amoêdo declara voto em Lula e expõe preocupação com possível eleição de Flávio Bolsonaro: “Frustração”

Por Redação NB•
Fundador do Novo e representante da direita, João Amoêdo declara voto em Lula e expõe preocupação com possível eleição de Flávio Bolsonaro: “Frustração&#8
Crédito: Divulgação/Ricardo Stuckert/PR
WhatsAppFacebookInscreva-seEntrar no Canal do WhatsApp
Ouvir notíciaPronto para ouvir
00:00 / --:--
00:00--:--

O empresário João Amoêdo, fundador do Partido Novo e candidato à Presidência da República em 2018, anunciou nesta sexta-feira (23) que votará no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Apesar da escolha, ele afirmou estar frustrado com o cenário político do país.

Em publicação nas redes sociais, Amoêdo criticou a polarização entre petismo e bolsonarismo e lamentou a falta de alternativas competitivas para a disputa presidencial. Segundo o empresário, o país não conseguiu construir uma terceira via capaz de romper com a divisão política que, em sua avaliação, marca as últimas três eleições.

“A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação”, escreveu o empresário, que também apontou a apatia da sociedade, especialmente das elites, como um dos fatores que contribuíram para o cenário atual.

Confira outras notícias da editoria de política!

Apesar de anunciar o voto em Lula, Amoêdo afirmou que fará oposição independentemente do resultado das urnas, marcadas para domingo (25). O empresário justificou a escolha ao comparar os riscos que atribui aos dois candidatos.

“Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção”, declarou.

Ao comentar a gestão do atual presidente, Amoêdo afirmou que Lula cometeu erros ao longo do mandato e criticou a decisão de disputar um quarto período à frente do Executivo federal. Para o empresário, a candidatura ocorre em um contexto de baixa aprovação e limitações relacionadas à idade do petista.

Em relação a Flávio Bolsonaro, o fundador do Novo questionou a capacidade do senador para ocupar a Presidência da República, destacando que o parlamentar não demonstrou iniciativas relevantes durante o mandato e carece de postura, credibilidade e competência para exercer o cargo.