Polícia Civil indicia Oruam por associação ao tráfico e organização criminosa: “marginal da pior espécie”

O rapper Mauro Davi Nepomuceno, conhecido como Oruam, foi indiciado oficialmente pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por associação com o tráfico de drogas. De acordo com a Rede Globo, quem confirmou o caso foi o secretário estadual da PC, Felipe Curi. Para ele, o artista desafiou as forças de segurança e não restam dúvidas de que ele é, segundo o gestor, um “marginal faccionado”.

“Ele está sendo indiciado no dia de hoje por associação para o tráfico de Drogas, por ligação direta dele com a facção criminosa Comando Vermelho”, disse Curi, mencionando a fuga dele para o Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. O cantor criticou a operação contra ele, capitaneada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes.

“Após esse evento, ele fugiu, se escondeu no Complexo da Penha, gravou um vídeo onde é a confissão dele de que ele se trata realmente de um marginal faccionado ligado à facção criminosa Comando Vermelho e desafiando as autoridades de segurança pública a irem até lá para poder fazer a captura dele. Então é um marginal que tem no peito dele tatuado a foto do pai dele, que é o chefe da facção, o líder da facção preso num presídio federal, e também do Elias Maluco, que é o padrinho dele e que assassinou covardemente um jornalista da Rede Globo em 2002, que foi o Tim Lopes”, relembrou o gestor.

“Então é um marginal da pior espécie e que está mais do que comprovado se alguém tinha alguma dúvida se ele era um artista periférico ou um marginal, hoje está mais que provado que é o marginal. Essa posição da Polícia Civil, essa posição da DRE”, declarou.

Depois de ser indiciado, o Ministério Público do Rio de Janeiro decide se apresenta ou não denúncia contra Oruam à Justiça do Rio.

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