Estudantes da Unijorge denunciam problemas de infraestrutura, atrasos de professores e dificuldades de acesso à coordenação

Estudantes da Unijorge denunciaram uma série de problemas de infraestrutura e administrativos enfrentados na instituição. Segundo relatos enviados ao Noticiário Baiano, as questões envolvem desde condições inadequadas em salas de aula até dificuldades para conseguir atendimento com a coordenação de determinados cursos.

De acordo com os alunos, há pisos soltos na rede de ensino, salas com cheiro de mofo, banheiros com odor de esgoto e até ambientes com forte mau cheiro. Eles afirmam que a situação compromete o bem-estar e a qualidade do ambiente de ensino.

“Outro dia, o refeitório da faculdade estava interditado porque estava alagado. A limpeza dos banheiros é algo terrível, pouco tempo atrás o banheiro estava saindo água do ralo fedendo a esgoto. A faculdade está algo surreal. Se eles querem cobrar um valor que eles estão cobrando na mensalidade, ok. Eles podem cobrar, se eles redirecionarem o dinheiro paro o lugar certo onde precisa, porque está algo terrível”, afirmou um dos denuniciantes.

Os estudantes também relatam que, durante uma queda de energia registrada em 18 de junho, chegaram a realizar uma prova no escuro ou utilizando a lanterna do celular para conseguir realizar a avaliação.

Outra reclamação diz respeito à dificuldade de acesso à coordenação do curso de Administração. Segundo os alunos, não há responsáveis disponíveis para atender demandas acadêmicas ou receber reclamações.

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Além disso, os denunciantes afirmam que alguns professores acumulam atrasos frequentes e faltas ao longo do semestre. Eles defendem que, assim como os estudantes são cobrados por frequência, pontualidade e pagamento das mensalidades, a instituição e seus profissionais também devem cumprir suas responsabilidades.

Em nota enviada ao Noticiário Baiano, a Unijorge informou que realiza manutenções preventivas e corretivas em sua infraestrutura, além de promover melhorias estruturais durante os períodos de recesso acadêmico. Sobre a queda de energia, afirmou que a interrupção afetou todo o bairro da Paralela, que os alunos foram liberados e que as atividades foram retomadas normalmente após o restabelecimento do serviço.

A instituição também declarou que as coordenações dos cursos e a administração permanecem à disposição dos estudantes para atendimento e suporte acadêmico, reforçando o compromisso com a qualidade da estrutura e dos serviços oferecidos.

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