Coação, ameaças e armas: governador de SC afirma que investigação da morte do cão “Orelha” tem indícios mais graves

Jorginho Mello, governador de Santa Catarina, publicou um vídeo nas suas redes sociais a respeito da morte do cachorro “Orelha”, cão comunitário cruelmente morto em Praia Brava, em Florianópolis (SC). Um grupo de adolescentes seriam suspeitos por cometer o ato.

Segundo informações, o cão, que era muito querido por moradores do bairro onde vivia, passou alguns dias desaparecido e causou estranhamento aos populares do local. Ao voltar, apresentou sinais de fraqueza, ao cair e ficar agonizando. Ele precisou passar por uma eutanásia por conta da gravidade dos ferimento.

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No vídeo, o governador comentou sobre a gravidade do tema e questionou a respeito de jovens cometerem um crime tão bárbaro: “Esse episódio nos obriga a refletir. Um jovem de 15, 16 ou 17 anos realmente não sabe o que está fazendo? Ou que alguém capaz de matar um animal em defeso pode se tornar no futuro? Que tipo de sociedade estamos formando?”, questionou.

A respeito da investigação, Mello afirmou haver uma averiguação a respeito do caso. Segundo ele, há indícios de coração e possivelmente porte legal de arma: “Foram colhidos provas, ouvidos testemunhas e cumpridos todos os trânsitos legais sem atropêto. E a investigação mostrou algo ainda mais grave. Não se trata apenas de um ato isolado de adolescentes. Há indícios de coação, ameaça e possível porte legal de ar. Envolvendo adultos, tudo isso será investigado até o fim. Não importa quem seja, nem os sobrenomes que carregam. A lei será cumprida, infelizmente ainda muito branda, mas será cumprida”, disse.

Veja o vídeo abaixo:

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