A Polícia Civil cumpriu três mandados de busca e apreensão, na manhã desta segunda-feira (26), aos investigados pela morte do cão comunitário Orelha, que foi agredido na Praia Brava, em Florianópolis/SC, e do vira-lata caramelo. O cachorro sofreu uma tentativa de afogamento no mesmo dia, mas sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral da PC de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.
O cão Orelha era o mascote da praia e tinha aproximadamente 10 anos. O animal era conhecido por moradores e frequentadores da região e morreu após ser encontrado com ferimentos graves por agressão. O caso gerou grande comoção e mobilização por justiça.
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Em um vídeo publicado nas redes sociais, Ulisses relatou que adotou “Caramelo”. De acordo com o delegado, “a polícia está trabalhando de forma intensa” para buscar os culpados.
“A Polícia Civil jamais se deixará levar por qualquer tipo de pressão. Aqui em Santa Catarina, pau que bate em Chico, bate em Francisco”, disse o delegado. “A justiça será feita, independentemente de quem sejam os autores”, finalizou.
O deputado estadual Mario Mota divulgou um projeto que propõe erguer uma estátua em homenagem ao cão Orelha, no local onde ele era acostumado a ficar. Além da lembrança, o monumento vai servir para conscientização e combate aos maus-tratos contra animais.






