Pular para o conteúdo
Noticiário Baiano - Jornalismo com independência e Credibilidade
Canal do Zap
DESTACÃO

Carlos Muniz revela motivo para retirada de projeto de reajuste dos professores da rede municipal

Por Redação Noticiário Baiano•
Carlos Muniz revela motivo para retirada de projeto de reajuste dos professores da rede municipal
Divulgação // Valdemiro Lopes
WhatsAppFacebookInscreva-seEntrar no Canal do WhatsApp
Ouvir notíciaPronto para ouvir
00:00 / --:--
00:00--:--

A sessão desta quarta-feira (24) foi bastante agitada na Câmara Municipal de Salvador. Além da discussão entre o vereador Kiki Bispo (União) e o presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), outro fato chamou bastante atenção: a retirada de votação do projeto de reajuste dos professores da rede municipal de ensino.

Confira mais notícias da editoria de Política!

Após a intensa sessão, Muniz revelou o motivo da retirada do projeto de reajuste salarial dos professores municipais da pauta: “Fui surpreendido, porque havia um acordo entre a APLB e o Executivo Municipal para que o projeto fosse votado hoje e colocado em regime de urgência. No entanto, o presidente da APLB informou no Plenário que o acordo estava desfeito, então não podíamos votar o projeto sem esse entendimento”.

O presidente também comentou ao bahia.ba sobre a aprovação da LOUS. “O projeto foi debatido em duas audiências públicas, com ampla participação popular, especialmente nas ilhas. Ele foi discutido de forma detalhada e passou pela Comissão de Processos de Justiça, Redação Final e Comissão de Finanças e Orçamento, recebendo aprovação”, explicou.

Discussão com Kiki Bispo

Carlos Muniz e o líder do governo, Kiki Bispo, protagonizaram uma cena curiosa no plenário da CMS durante a votação do Projeto de Lei nº 175/2024, que prevê alterações no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e na Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (LOUOS). Os vereadores tiveram uma discussão intensa.

Inscreva-se em nosso canal do Youtube!

“Ele se posicionou contra uma emenda, mas com o voto vencido, pois a emenda já havia sido aprovada pelas comissões. Em votações, situações assim são normais: quando alguém perde, pode tomar atitudes que não concordamos, mas que respeitamos”, explicou Muniz.