O Governo da Bahia requalificou o novo Teatro da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) foi inaugurado, nesta quarta-feira (10), pelo governador Jerônimo Rodrigues. O equipamento renasce a partir do antigo Auditório Central da instituição e se torna o maior teatro do interior baiano, com capacidade para 931 pessoas, infraestrutura moderna e padrão técnico de alta qualidade, comparado aos principais espaços culturais do país.
De acordo o presidente da Conder, destacou que o novo teatro representa “muito mais do que a requalificação de um espaço físico”. Segundo ele, o equipamento “materializa uma política pública que integra educação e cultura como pilares para transformar a vida das pessoas e promover desenvolvimento”.
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“Hoje entregamos um teatro que honra a importância da cidade e fortalece a educação, cultura e turismo de Feira e região. Um espaço moderno, acessível, com acústica impecável e preparado para receber grandes eventos. É um salto de qualidade para toda a região”, completou. O gestor reforçou o compromisso do governador Jerônimo Rodrigues com o desenvolvimento do interior do estado e lembrou que, há um ano, Feira de Santana recebeu o novo Centro de Convenções e o Teatro Municipal, concluídos após mais de duas décadas de paralisação.
“Ter mais um teatro desse porte aqui em Feira significa dar à cidade o que ela merece: um espaço à altura de sua importância regional, capaz de potencializar a economia criativa, atrair eventos, gerar empregos e movimentar toda uma cadeia produtiva, promovendo o turismo cultural e acadêmico”, ressaltou Trindade durante a solenidade.
O novo Teatro da UEFS conta com foyer climatizado e envidraçado, poltronas especiais, plataformas elevatórias, piso tátil, iluminação cênica renovada e tratamento acústico de alto padrão. Para a comunidade acadêmica, a requalificação representa não apenas uma transformação física, mas também afetiva.
O arquiteto e professor da UEFS, Nilo Teixeira, que acompanhou o projeto, destacou a evolução do espaço desde sua construção inicial, em 1999: “A acústica está impecável; do palco dá para ouvir até o último assento, sem microfone. É uma conquista para a cidade”, afirmou. O teatro também passa a abrigar uma instalação do artista visual e arquiteto feirense Juraci Dórea, que recriou uma obra do seu Projeto Terra especialmente para a nova ambientação.






