O presidente da Companhia Baiana de Produção Mineral (CBPM), Henrique Carballal, reagiu à venda das operações brasileiras da Equinox Gold para a multinacional chinesa CMOC, anunciada por US$ 1.015 bilhões, e classificou a negociação como uma quebra contratual no que diz respeito à área de produção de nosso ouro localizada na Bahia.
Confira os últimos destaques do dia
Carballal falou à imprensa, na manhã desta terça-feira (3), durante abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa da Bahia, que a Companhia vai retomar a referida área.
“Vamos retomar a área porque não é possível que se venda o direito mineiro do povo baiano por mais de um bilhão de dólares e não haja uma negociação com retorno financeiro para o nosso estado. Então, acho que a CBPM na negociação, não é proprietário do direito minerário, mas apenas arrendatário”






