Secretaria da Saúde divulga mais uma morte provocada por intoxicação por metanol

A Secretaria da Saúde divulgou, neste sábado (4), a segunda morte provocada por intoxicação de metanol na cidade de São Paulo. A vítima foi um homem morador da capital paulista, que estava internado após consumir bebida alcoólica suspeita de adulteração. O rapaz apresentou sintomas em 29 de setembro, atendido no Hospital Municipal Dr. Carmino Caricchio, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, faleceu no dia 02 de outubro.

De acordo com o portal Veja, com a atualização, o município á registra dois óbitos confirmados pelo consumo da substância tóxica. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), informa que, até o momento, foram notificados 99 casos suspeitos de intoxicação por metanol no município. Desses, 13 casos foram descartados, 75 estão em investigação e 11 foram confirmados, com dois óbitos. A primeira morte reconhecida oficialmente ocorreu em 16 de setembro, quando o empresário Ricardo Lopes Mira, de 54 anos, também morador da capital, não resistiu após ser internado com sinais de intoxicação. Ele havia passado mal no dia 12 daquele mês, depois de ingerir bebida alcoólica.

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O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), informou que o país contabilizava apenas uma morte confirmada por metanol, a do empresário de 54 anos. Durante a coletiva, Padilha anunciou a aquisição emergencial de antídotos para atender atender pacientes intoxicados. Segundo especialistas, a administração rápida de fomepizol ou etanol intravenoso pode evitar danos graves, como cegueira, insuficiência renal e morte. O Brasil, porém, não dispõe de estoque regular desses medicamentos, que precisam ser importados.

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