Projeto Viver a Cidade convida pessoas com deficiência para realizar atividades física; saiba mais

O projeto Viver a Cidade vai acontecer neste domingo (17), na Avenida Professor Magalhães Neto, na Pituba, em Salvador. A ação convida pessoas com deficiência e seus familiares e cuidadores para participar da iniciativa, que vai disponibilizar uma série de equipamentos adaptados, como cadeiras e bicicletas, para que todos possam ter um momento de lazer e atividade física ao ar livre: sejam elas pessoas cegas ou com baixa visão, com baixo equilíbrio, com paralisia cerebral, com deficiências intelectuais, com deficiência física, com membro amputado, com nanismo, entre muitos outros.

“A procura tem sido crescente. Tivemos um número razoável de pessoas no lançamento, em junho. Na segunda edição, no mês passado, choveu bastante, mas mesmo assim tivemos um público maior do que na primeira. Portanto, essa terceira edição promete ter muita gente. Estamos vendo várias pessoas entrando em contato para saber informações sobre como participar, o sol parece que vai firmar, então tudo indica que vai ser um dia bem gostoso”, relatou Fred Matos, presidente e idealizador do projeto.

Foto: Associação Meu Sorriso / Divulgação

O secretário de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), Júnior Magalhães, afirmou que o Viver a Cidade é um projeto inspirador, e que a Prefeitura tem a honra de apoiá-lo através do Viva Esporte, maior programa de incentivo ao esporte e ao lazer da gestão municipal.

“Mais do que uma iniciativa esportiva, o Viver a Cidade promove inclusão, cidadania e pertencimento ao garantir que pessoas com deficiência ocupem e vivenciem os espaços urbanos com liberdade, dignidade e respeito. Acreditamos que uma cidade verdadeiramente justa é aquela que acolhe todas as pessoas. Por isso, reafirmamos nosso compromisso com políticas públicas que tornam a cidade um espaço de todos — diverso, acessível e inclusivo”, afirmou Júnior Magalhães.

Acesso a equipamentos – A inscrição para acessar o equipamento é feita na hora e é possível fazer uso por até 45 minutos. O participante pode também migrar de equipamento, após esse período de utilização, caso haja disponibilidade de vaga e horário.

No local, ficam disponíveis, em média, 16 equipamentos, a exemplo de bicicletas tandem, que são bicicletas duplas, com dois selins, e que se aplicam ao ciclismo praticado por cegos e pessoas com baixa visão, além de pessoas com síndrome de Down, paralisia cerebral mais leve e deficiências intelectuais moderadas, que, na maioria das vezes, apresentam baixo equilíbrio.

Também há cadeiras de corrida, usada por cadeirantes; handbikes, também usada por cadeirantes, mas que também servem para pessoas com a perna amputada; framerunnings, para pessoas com paralisia cerebral; e triciclos assistidos, que permitem ao familiar ou demais responsáveis praticar o ciclismo, enquanto puxam o deficiente ou correr, enquanto conduzem a pessoa com deficiência pelo trajeto. As framerunnings se aplicam a deficiências de alto grau de perda de mobilidade, a exemplo de tetraplégicos, pessoas com autismo muito severo, entre outros. Além disso, o projeto dispõe de bicicletas comuns.

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