Presidente da CMS, Carlos Muniz expõe crise entre PSDB e União Brasil e cita possível aliança com governo da Bahia

A declaração do deputado federal Adolfo Viana, presidente estadual da Federação PSDB-Cidadania, sobre a possibilidade de racha entre tucanos e o União Brasil após a anunciada intenção da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), lançar o esposo Wagner Lemos como pré-candidato a deputado estadual, foi reforçada por Carlos Muniz (PSDB), presidente da Câmara Municipal de Salvador. De acordo com o BNews, existe uma parceria entre os partidos na cidade, que fez o presidente do PSDB na Bahia, Tiago Correia, ser o mais votado no município em 2022.

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“O União Brasil, que é um partido aliado, lançar candidato em um lugar onde tem parceria com o PSDB como se o PSDB fosse um partido submisso e subalterno ao União Brasil é absurdo”, disse Muniz.

Segundo o BNews, o vereador afirmou que, ao agir desta maneira, o União Brasil não aprendeu com os erros que levaram à derrota do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), em 2022. O lançamento da pré-candidatura do marido da gestora de Conquista é encarado como um empurrão do PSDB para uma parceria com Jerônimo Rodrigues (PT).

“Nunca se pode dizer que dessa água não beberei se for o melhor para uma conjuntura estadual. Nunca tive dificuldade de fazer parceria com quem quer ser parceiro verdadeiro e não manipular”, acrescentou o Chefe da Casa sobre a possibilidade de aliança entre os partidos. “Quando se quer fazer parceria tem que fazer com que seus aliados cresçam e não problema de formar uma chapa, de fazer uma eleição”, destacou.

Para finalizar, Muniz ainda alfinetou o União Brasil. “Pelo que estou vendo, não modificou nada [em relação a 2022]. Não aprenderam. Não podem tratar aliado como subalterno, mas como parceiro”, disparou.

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