A equipe de reportagem da TV Aratu foi impedida nesta quarta-feira (8) de acompanhar de perto a prisão em flagrante de um homem suspeito de matar Ariane Cerqueira da Silva, de 27 anos, com golpes de faca, em Salvador. O episódio aconteceu na localidade da Baixa da Égua, no bairro do Engenho Velho da Federação, durante uma entrada ao vivo para a programação da emissora.
Durante a cobertura realizada pela repórter Dani Mazzei, a investigadora da Polícia Civil, Taiza Cardoso Silveira, responsável pelo caso, chamou atenção ao realizar a escolta do homem até a unidade policial, evitando a aproximação da profissional de imprensa.
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Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que determinou à Polícia Civil apuração dos fatos e “enfatiza o respeito e parceria com os veículos de comunicação, que diariamente realizam coberturas jornalísticas das operações Policiais e de Bombeiros”.
Durante seu programa, após o ocorrido, Dani comentou sobre o caso.
“Não sei o que passou na cabeça dela, mas uma imagem vale mais que mil palavras. Ela simplesmente, quando o preso vai sair da viatura, empurra meu câmera, empurra meu braço com o microfone e eu fiquei retada na hora, no impulso. A investigadora da Polícia Civil me empurrou, me hostilizou, ficou gritando ‘saia, saia, saia’, deu risada e ainda ficou sendo sarcástica”, disse.
Confira o vídeo abaixo:





