O prefeito Bruno Reis lança, nesta quinta-feira (18), a grade oficial de atrações do Festival Virada Salvador. Mais uma vez, o tradicional Pôr do Som, projeto capitaneado por Daniela Mercury, ficou de fora da programação.
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Em conversa com a imprensa, Isaac Edington, presidente da Saltur, afirmou que trata-se de um evento que “a prefeitura sempre apoiou desde a primeira edição”, mas que “a própria artista resolveu fazer o evento em outro lugar e com outros parceiros” na edição anterior.

“Então, eu acredito que deva acontecer isso. O Festival da Virada vai ser de 27 a 31, o Pôr do Som, que é um evento que a partir de agora Daniela Mercury está fazendo com outros parceiros, aí ela tem que falar sobre esse assunto. E, certamente, se for feito, será um sucesso. Ela é uma grande artista”, disse.
Questionado se a prefeitura está aberto a algum diálogo, Isaac foi enfático: “Na verdade, quanto ao Pôr do Som, no momento a gente não tem diálogo nenhum”. Isaac afirmou que essa decisão foi tomada ouvindo o trade turístico, pois o melhor seria manter o Festival somente até o dia 31 de dezembro.
O início da polêmica
No ano passado, o prefeito justificou que o Festival Virada Salvador é limitado a 5 dias de festa. Como o dia 1º caiu numa quarta-feira em 2025, para manter o projeto do dia 1º, o evento precisaria começar no sábado. Porém, o gestor disse que se começar no sábado teria um prejuízo em relação à perda de turistas para outras cidades.
Com o desacerto, o Pôr do Som só foi realizado em decorrência do patrocínio do governo da Bahia. À época, Bruno Reis ainda ironizou a situação: “Finalmente o governo do estado faz alguma coisa no Réveillon. Já era hora, porque até então nunca tinha feito nada, e ficava se vangloriando, divulgando os números do Réveillon sem mover uma palha. Então, finalmente o governo fez alguma ação no Réveillon”.






