O âncora da Rádio Metrópole, Mário Kertész, comentou sobre o cenário político envolvendo a formação da chapa governista na Bahia. Por meio das redes sociais, o comunicador afirmou que estava “tudo certo” para o anúncio de Geraldo Júnior (MDB) como candidato a vice-governador, nesta quinta-feira (2), no entanto, houve uma mudança “de repente”.
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Para Mário Kertész, o grupo governista “estão fazendo tudo pra perder” as eleições. Os bastidores políticos ainda seguem incertos sobre quem será o candidato a vice na chapa do atual governador da Bahia.
Segundo o comunicador, Jerônimo Rodrigues (PT) teria voltado atrás em um acordo previamente alinhado com Geddel Vieira Lima, que previa Geraldo Júnior como candidato a vice-governador.
“Jerónimo chama Geddel para ir no gabinete do governador, ele vai, mas só que ao chegar lá, quem recebe ele? É Jaques Wagner e propõe que o MDB aceite a filiação de um político de Barreiras para ser o vice-governador”, explicou.
Kertész destacou a insatisfação do MDB diante da proposta e reforçou a posição de que o partido não aceita ser tratado como “barriga de aluguel”. Para ele, o movimento pode comprometer a estratégia política do grupo aliado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado.
Na avaliação do comunicador, o cenário indica que Geraldo Júnior não deve permanecer como opção para a vice, além de abrir espaço para possíveis mudanças mais amplas, incluindo a eventual candidatura do ex-governador Rui Costa ao governo da Bahia.
Ele ainda fez um alerta aos articuladores, afirmando que decisões desse tipo podem levar o grupo a um caminho de desgaste eleitoral, destacando que sua principal preocupação é com os impactos para o projeto político de Lula na Bahia.





