Elinaldo acusa petistas de Camaçari de espalhar “fake news” sobre a BYD após apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro

O ex-prefeito de Camaçari e deputado estadual eleito Elinaldo Araújo (União Brasil) criticou, nesta quarta-feira (7), lideranças do PT no município após o anúncio de apoio de ACM Neto (União Brasil) à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo Elinaldo, os petistas teriam passado a divulgar informações que ele considera falsas sobre possíveis impactos do posicionamento político de Neto em projetos para Camaçari e para a Bahia.
Entre os pontos contestados pelo deputado eleito estão afirmações de que a montadora BYD poderia deixar Camaçari e de que a Ponte Salvador-Itaparica estaria ameaçada. Elinaldo citou a deputada federal Ivoneide Caetano (PT) e o vereador e deputado estadual eleito Tagner Cerqueira (PT) como lideranças que, segundo ele, estariam tentando provocar insegurança entre os eleitores.
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“Isso é desespero de quem percebeu que o Brasil quer mudança. ACM Neto declarou o seu apoio a Flávio Bolsonaro e imediatamente começaram a inventar histórias, dizendo que a BYD vai embora de Camaçari, que a ponte vai ser abandonada. Qual é o fundamento disso? Onde Flávio disse que vai tirar a BYD de Camaçari? Onde disse que vai abandonar a ponte? Não existe”, afirmou Elinaldo.
Ao comentar a Ponte Salvador-Itaparica, o ex-prefeito também direcionou críticas aos governos petistas na Bahia. Ele afirmou que o histórico de anúncios e prazos para a execução da obra deveria ser explicado pelo próprio grupo político e citou ainda a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul como empreendimentos que, segundo ele, foram anunciados e ainda não foram concluídos.
“Quem precisa explicar a ponte é o PT. São anos e anos prometendo essa obra ao povo baiano sem conseguir entregá-la. Fizeram anúncio, propaganda, deram prazo atrás de prazo e a população continua esperando”, declarou. Elinaldo também afirmou que pretende trabalhar pela candidatura de Flávio Bolsonaro na Bahia durante o segundo turno.



