Dias Tofolli, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu um regime rigoroso de sigilo referente ao caso envolvendo Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, suspeito de fraudes financeiras.
Com o objetivo de evitar vazamentos da ocorrência, a decisão foi feita de maneira que não atrapalhasse as investigações.
O STF foi acionado pela defesa de Daniel Vorcaro. Na alegação, foi citado que a Justiça Federal do Distrito Federal não é a mais adequada para ir a fundo nas investigações do caso.
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A Corte declara que, segundo resolução interna publicada em julho deste ano pelo STF, essa é uma prerrogativa do relator, que pode rever a classificação de sigilo “a qualquer tempo”.
Os advogados do presidente do banco defendem que o caso deve proseguir no Supremo devido a um contrato imobiliário apreendido pela PF (Polícia Federal) que cita o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA), que tem foro especial.
Segundo o parlamentar, houve uma criação de um fundo para a construção de um condomínio em Trancoso (BA). A transação foi adiante, mesmo Vorcaro tendo interesse em se envolver no projeto.
Daniel Vorcaro, solto depois de passar dez dias na prisão, faz uso de tornozeleira eletrônica desde então.






