Caso Binho Galinha: presidente da ALBA vai acionar Conselho de Ética e promete “medidas cabíveis”

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos (PSD), se pronunciou oficialmente sobre a situação do deputado estadual Binho Galinha (PRD), alvo de mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Feira de Santana, cujo cumprimento está a cargo da Operação Estado Anômico, que conta com a Polícia Federal, a Receita Federal, o Ministério Público da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), e a Força Correcional Especial Integrada (Force/Coger/SSP-BA).

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Em nota enviada à imprensa, Bastos destacou que adotará medidas internas cabíveis assim que for notificada oficialmente: “A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputada Ivana Bastos, em respeito à sociedade baiana e ao princípio da transparência institucional, diante dos fatos noticiados nesta quarta-feira (1º) envolvendo o deputado estadual Binho Galinha, informa que, assim que a Casa Legislativa for oficialmente notificada, adotará as medidas internas cabíveis, em observância à Constituição, às leis e ao Regimento Interno. Assim que houver ciência oficial, o Conselho de Ética será acionado para analisar o caso de forma objetiva. A ALBA permanecerá atenta para que todas as tramitações ocorram com transparência, imparcialidade e respeito ao Estado de Direito”.

Divulgação

Esposa e filhos presos

A Operação Estado Anômico prendeu oito pessoas nesta quarta-feira (1°), em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. Os órgãos envolvidos investigam um grupo especializado em lavagem de dinheiro, jogo do bicho, agiotagem, extorsão e receptação qualificada.

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De acordo com a denúncia, o esquema é liderado pelo deputado Kléber Cristian Escolano de Almeida, o Binho Galinha (PRD), alvo de mandado de prisão, mas que ainda não foi localizado.

Entre os detidos estão a esposa do parlamentar, Mayana Cerqueira da Silva, e o filho, João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano, que já haviam sido presos em 2023, mas foram soltos em abril de 2024.

Binho Galinha e outro alvo da Operação continuam sendo procurados pela polícia.

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