O ator Juliano Cazarré, participou, na noite desta terça-feira (12), de um debate no Globonews sobre o “papel do homem nos dias atuais”.
No mês de abril, o artista foi alvo de questionamentos nas redes sociais com o lançamento do curso presencial “O Farol e a Forja”, voltado para homens e descrito como um encontro sobre liderança, masculinidade e espiritualidade cristã.
Na discussão desta terça, que contou com a participação da psicanalista Vera Iaconelli e do consultor em equidade de gênero, Ismael dos Anjos, Cazarré virou alvo de polêmica nas redes sociais ao afirmar que “as mulheres matam mais que os homens”, comentando sobre a onda de violência no Brasil nos últimos anos.
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“Acho que grande parte desse drama que a gente vive, essa onda de violência que não é só contra as mulheres. O Brasil é um país violento contra homens, negros, contra brancos, contra crianças, contra idosos…é um dos países que mais mata no mundo”, iniciou o ator.
Ao escutar, a apresentadora Julia Duailibi pontuou: “Mas não mata democraticamente”.
Em seguida, o ator rebateu: “Mata muito homem, né? inclusive mais mulheres mataram homens, do que homens mataram mulheres”, afirmou.
Logo após a fala do ator, Ismael dos Anjos, que participava da conversa, comentou sobre os números expostos.
“A gente teve 1.500 feminicídios, é diferente. É importante distinguir […] Feminicídio é um tipo de crime específico. Não quer dizer que foram só 1.500 mulheres mortas não, tá? Foram muito mais”, pontuou.
Confira o vídeo abaixo:








