Após ter a candidatura barrada para as eleições de 2026, André Fraga afirmou que continuará atuando em defesa das pautas ambientais na Bahia. Em uma publicação nas redes sociais, ele voltou a comentar a decisão e criticou o que classificou como uma perseguição política.
“Fomos cortados, fomos censurados, fomos vítimas de um processo autoritário por parte do PT e do PCdoB daqui da Bahia”, afirmou Fraga.
A candidatura foi retirada da chapa da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, partido ao qual Fraga é vinculado. O PT baiano apontou o apoio do vereador ao prefeito Bruno Reis como uma das razões para o veto, atribuindo a decisão à direção nacional da legenda. Fraga, por outro lado, afirma que a decisão também estaria relacionada à sua atuação política e às denúncias feitas sobre questões ambientais e de infraestrutura no estado.
“Eles estavam com medo da nossa eleição porque sabiam que nós tiraríamos uma das vagas deles, mas também por um pouco de perseguição por conta das pautas de denúncias que nós estamos fazendo, com os arbítrios e atropelos por parte da Ponte Salvador-Itaparica, com a Bahia sendo o estado com o maior número de lixões, com os crimes cometidos pela Embasa e pelo sucateamento do Inema. Eles entenderam que esse cara daria trabalho para eles”, declarou.
Apesar do impedimento eleitoral, Fraga declarou que pretende continuar denunciando problemas e defendendo ações de preservação ambiental. “Barraram a candidatura. Não barraram a nossa luta”, afirmou.











