O policial civil Douglas Pithon, ex-coordenador da Coordenação de Recursos Especiais (Core), decidiu se manifestar, na noite de segunda-feira (11), acerca das recentes denúncias que envolvem a operação realizada em julho de 2024, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Ele se pronunciou acerca da investigação de suporto desvio de armas.
A fala de Pithon acontece diante de uma investigação que analisa o envolvimento de agentes militares e civis em um esquema que teria resultado no desvio de armamento e na morte de dois homens, vítimas de tortura. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Civil e pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Clique aqui para ficar por dentro de ações policiais
O ex-Chefe da Core destacou que o grupo agiu dentro da legalidade e que ele e sua equipe foram apenas testemunhas do processo. “Fomos acionados pelo Departamento de Polícia Metropolitana para cumprir uma missão em terreno de alta complexidade, e assim fizemos. Todo o material apreendido, armas, drogas, munições, balanças de precisão, foi encaminhado para a sede do Depom, onde os procedimentos legais foram rigorosamente seguidos”, disse ele em um vídeo compartilhado no seu perfil do Instagram, depois de uma reportagem divulgada pela TV Bahia.
Pithon fez uma crítica a matéria, e a classificou como “extremamente tendenciosa”, além de afirmar estar tranquilo, convicto de sua conduta e índole. De acordo com o policial, a equipe da Core colaborou voluntariamente com as investigações entregando aparelhos celulares para perícia e fazendo parte de todas as oitivas na Polícia Civil, Militar, Corregedoria e Justiça, sempre na condição de testemunhas.






