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Alckmin critica “tesouraço” de Flávio Bolsonaro e diz que Lula não vai cortar dos mais pobres

Por Gabriel Silva•
Alckmin critica “tesouraço” de Flávio Bolsonaro e diz que Lula não vai cortar dos mais pobres
Agência BrasilCrédito: Agência Brasil
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), criticou propostas de ajuste fiscal que, segundo ele, podem penalizar aposentados e pessoas de baixa renda. Nesta quinta-feira (15), durante agenda com empresários em Salvador, ele defendeu que o equilíbrio das contas públicas seja feito sem transferir o peso dos cortes para a população mais vulnerável. A declaração ocorre em meio à disputa presidencial do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Sem citar diretamente Flávio Bolsonaro (PL) no trecho da fala, Alckmin defendeu que eventuais cortes atinjam privilégios e gastos excessivos, e não aposentados que recebem o salário mínimo. “Quer fazer ajuste fiscal em cima dos super salários, dos privilégios de R$ 300.000, de R$ 400.000, de desperdício?”, questionou. Ele também destacou que 70% dos aposentados e pensionistas do INSS recebem um salário mínimo.

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Alckmin afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem experiência para conduzir a economia sem prejudicar os mais pobres e a classe média. “O presidente Lula tem experiência”, declarou. O vice-presidente também defendeu o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e do emprego como parte da estratégia para melhorar a relação entre a dívida pública e o tamanho da economia.

“Agora, não levar o país à recessão, ao desemprego e a população da classe média e mais e renda mais baixa pagar por tudo”, afirmou Alckmin. A agenda em Salvador incluiu uma reunião com empresários baianos ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), com discussões sobre o cenário econômico e as perspectivas para o país.