A sessão desta quarta-feira (24) foi bastante agitada na Câmara Municipal de Salvador. Além da discussão entre o vereador Kiki Bispo (União) e o presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), outro fato chamou bastante atenção: a retirada de votação do projeto de reajuste dos professores da rede municipal de ensino.
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Após a intensa sessão, Muniz revelou o motivo da retirada do projeto de reajuste salarial dos professores municipais da pauta: “Fui surpreendido, porque havia um acordo entre a APLB e o Executivo Municipal para que o projeto fosse votado hoje e colocado em regime de urgência. No entanto, o presidente da APLB informou no Plenário que o acordo estava desfeito, então não podíamos votar o projeto sem esse entendimento”.
O presidente também comentou ao bahia.ba sobre a aprovação da LOUS. “O projeto foi debatido em duas audiências públicas, com ampla participação popular, especialmente nas ilhas. Ele foi discutido de forma detalhada e passou pela Comissão de Processos de Justiça, Redação Final e Comissão de Finanças e Orçamento, recebendo aprovação”, explicou.
Discussão com Kiki Bispo
Carlos Muniz e o líder do governo, Kiki Bispo, protagonizaram uma cena curiosa no plenário da CMS durante a votação do Projeto de Lei nº 175/2024, que prevê alterações no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e na Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (LOUOS). Os vereadores tiveram uma discussão intensa.
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“Ele se posicionou contra uma emenda, mas com o voto vencido, pois a emenda já havia sido aprovada pelas comissões. Em votações, situações assim são normais: quando alguém perde, pode tomar atitudes que não concordamos, mas que respeitamos”, explicou Muniz.






