Fernando Guerreiro comenta revitalização do Teatro Vila Velha e convida público a visitar espaço: “Importante para a cidade”

O presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro, comentou nesta sexta-feira (25), em entrevista ao Noticiário Baiano, sobre a entrega da revitalização e modernização do Teatro Vila Velha, no Passeio Público, no Campo Grande, em Salvador.

Ao falar sobre a restauração, Fernando relembrou que a sua primeira peça assistida foi no Vila Velha, e convidou o público para presenciar espetáculos no espaço.

“Olha, para mim é uma ação muito grande. A primeira peça que eu vi na minha vida foi aqui, no Teatro Vila Velha. Então, voltar hoje como gestor, como artista e presenciar essa requalificação, essa entrega deste teatro, que é tão importante pra cidade, é uma ação muito grande. Então, convidar todo mundo, os soteropolitanos, os baianos, os brasileiros, os estrangeiros, pra visitar o Vila Velha, porque o Vila Velha depende do público pra sobreviver”, afirmou.

O espaço do Vila Velha mantém forte relação com o IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia), órgão vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa) que apoia financeiramente e fomenta atividades e ocupações artísticas, mas a modernização foi feita pela Prefeitura de Salvador.

Confira os principais destaques do dia!

Questionado pela equipe do NB sobre a união necessária entre os municípios e governos estaduais e federais para o fomento da cultura, Fernando Guerreiro deu ênfase a importância de trabalharem juntos e “atravessarem a politicagem”

“Sem dúvida nenhuma. Eu sempre sou um defensor eterno do pacto federativo. Eu acho que o estado, o município e o governo federal têm que trabalhar juntos com políticas complementares, se apoiando, para que a cultura cresça. A cultura tem que atravessar a politicagem. Ela tem que estar acima de tudo a serviço das artes, a serviço dos artistas”, destacou.

A programação de reinauguração contará com apresentação musical de artistas ligados à trajetória e à cena contemporânea do Vila, como Bruno Barroso, Giovani Cidreira, Luiza Brito, Manoela Rodrigues e Jadsa.

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