Trabalhadores da empresa terceirizada Creta denunciaram, de forma anônima, uma série de supostos descumprimentos de acordos por parte da prestadora de serviços, que atua em instituições como o Instituto Médico-Legal Nina Rodrigues (IMLNR) e a Secretaria de Cultura. As denúncias foram encaminhadas ao portal PNotícias.
Segundo apuração do portal, que entrou em contato com alguns dos trabalhadores que fizeram a denúncia, foi possível identificar quais acordos não estavam sendo cumpridos ou estavam sendo executados de forma diferente da que havia sido combinada entre as partes. Dentre as reclamações feitas estão: O não pagamento do salário até o 5º dia útil do mês; atraso de um a dois meses nos salários referentes aos meses de abril e junho; o não pagamento dos 40% de insalubridade a quem tem direito; vale-alimentação e vale-transporte pagos de forma parcelada; além de FGTS e empréstimos consignados descontados na folha de pagamento, mas não repassados às instituições credoras.
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À reportagem, os trabalhadores afirmaram que estão sendo prejudicados. “Ninguém assume a responsabilidade. Eu e outros colegas já estamos com o nome sujo, com restrições no Serasa. É desesperador.” Já uma outra funcionária disse que está há meses sem receber, com valores superiores a 2 salários mínimos: “Eles diziam que a gente tinha direito ao benefício da insalubridade, agora falam que não temos mais […] Eu tenho 10 meses sem receber, me devem mais de R$ 3.000,00”
Após PNotícias conseguir contato com um dos setores da empresa Creta, o portal foi informado que não se pronunciariam, pois alegam que os denunciantes não podem comprovar as acusações, as quais classificam como falsas.





