Ex-funcionários do Hospital Municipal de Simões Filho estão revoltados com a Fundação ABM de Pesquisa e Extensão na Área da Saúde (Fabamed). A denúncia dá conta de que a entidade deixou a gestão da unidade sem efetuar os pagamentos devidos.
De acordo com um denunciante que entrou em contato com o Noticiário Baiano, desde o fim de dezembro de 2025, quando a instituição encerrou o contrato com a Prefeitura de Simões Filho, à época administrada por Dinha (União Brasil), os trabalhadores aguardam o pagamento das verbas rescisórias e da multa de 40% sobre o FGTS.
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Ainda segundo os ex-funcionários, já se passaram sete meses desde o início das cobranças à Fabamed, mas, até o momento, não houve uma solução. “Saiu sem pagar e não dá satisfação aos funcionários, isso é um absurdo”, afirmou um dos denunciantes.
“Não houve a homologação ainda, foi passado também que eles teriam que pagar a multa por atraso da homologação e eles mostraram resistência em pagar. Merecemos o mínimo de respeito que é uma resposta”, disse.
Procurado pelo Noticiário Baiano, o presidente José Saturnino Rodrigues foi categórico ao informar que a Prefeitura de Simões Filho, ainda sob a gestão de Dinha, não realizou o pagamento referente ao último mês do seu mandato, em dezembro de 2024.
A Fundação acrescentou que a situação está sendo discutida junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e à Procuradoria do Município de Simões Filho. A reportagem também procurou a Prefeitura de Simões Filho, atualmente sob gestão de Del, mas, até o fechamento desta matéria não houve retorno.





