Jovem que presenciou morte da mãe é suspeito de executar assassino após uma década

Quase dez anos após a morte da sua mãe, Marcos Antônio da Silva Neto, de 19 anos, passou a ser suspeito de assassinar Rafael Garcia Pedroso, homem apontado como responsável pelo homicídio de Gláucia Cipriano, em 2016, em Frutal, no Triângulo Mineiro.

Na época do crime, Gláucia, então companheira de Rafael, foi morta com cerca de 20 facadas. Marcos, que tinha nove anos, presenciou o crime.

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De acordo com a Polícia Militar, o jovem teria monitorado os passos de Rafael por cerca de dois meses, desde que ele deixou a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), no dia 15 de janeiro. O homem cumpria pena na Penitenciária de Frutal justamente pelo assassinato de Gláucia.

O crime ocorreu em frente à Unidade Básica de Saúde (UBS) Carlos Alberto Vieira, no bairro Novo Horizonte. Rafael foi baleado com cinco tiros enquanto aguardava a esposa no local.

Em contato com o G1, o advogado de Marcos, José Rodrigo de Almeida, afirmou que o cliente pretendia se apresentar espontaneamente à Delegacia de Plantão da Polícia Civil e confessar o crime. No entanto, segundo ele, a apresentação não aconteceu porque a corporação informou que o procedimento precisaria ser previamente agendado e comunicado à delegacia responsável pela investigação.

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