BYD entra na “lista suja” por trabalho escravo após fiscalização na Bahia; caso chama atenção

A montadora chinesa BYD, com sede na Bahia, foi incluída na “lista suja” de empregadores que submeteram trabalhadores a condições semelhantes à escravidão. Divulgada nesta segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a nova versão do cadastro torna públicos os dados de pessoas físicas e jurídicas responsabilizadas por trabalho escravo.

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A inclusão da BYD ocorreu após fiscalização em obras da empresa na Bahia, onde foram identificadas irregularidades nas condições de trabalho. Após a circulação da informação nas redes sociais, a empresa está sendo detonada. Internautas comentam: “Diga não ao trabalho escravo!”.

De acordo com o órgão responsável, os trabalhadores resgatados enfrentavam jornadas exaustivas e alojamentos inadequados, caracterizando situação de exploração. A inclusão na lista permite que a empresa seja monitorada e restrita em contratos públicos, além de impactar suas relações comerciais com instituições financeiras e parceiros.

A “lista suja” é considerada uma ferramenta importante no combate ao trabalho escravo no Brasil, reunindo empregadores que descumprem normas trabalhistas e garantias básicas. O cadastro é atualizado regularmente e oferece mecanismos para defesa administrativa, garantindo o direito de recurso aos incluídos. 

A reportagem do Noticiário Baiano entrou em contato com a assessoria da BYD, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno. 

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