Marcos Oliveira, o eterno Beiçola, falou sobre a rotina no Retiro dos Artistas, condomínio onde mora junto com outros idosos, no Rio de Janeiro 

Marcos Oliveira, o eterno Beiçola, falou sobre a rotina na Casa dos Artistas, casa coletiva onde mora no Rio de Janeiro. Ele disse se incomodar com os gritos dos colegas, o “falatório” na hora das refeições e com a falta de uma abordagem sobre relacionamentos e sexo por parte da administração da casa. Aí me deparei com esses comentários aqui:

Eu não faço ideia se Marcos é uma pessoa que eu admiraria. Não sei de sua orientação sexual, política, absolutamente NADA. Mas de uma coisa eu sei: sexo em mente e corpo saudáveis são para a vida toda. Fica aí achando que sua vó ou seu vô não pensa nisso. Risos.

E mais: que comparação ridícula a sociedade faz sobre seu mau desempenho com dinheiro. Como se o ter fosse mais importante que o ser ou relacionar-se. Como se estar ali, numa residência coletiva, com pouca grana na conta, fizesse com que a pessoa fosse menos digna de gozar de boas companhias e saúde. A criatura que mandou Marcos ir para uma sauna (em busca de sexo) já morreu por dentro faz tempo!

Essa gente com certeza não pensa que um dia serão elas, idosas e talvez sem dinheiro. Não pensa que a maioria dos brasileiros está mais próxima das condições financeiras de um desabrigado do que de um super rico. Que elas não encontrem um espelho quando essa hora chegar. Ou talvez mereçam isso mesmo.

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