O Ministério Público do Rio de Janeiro está analisando uma denúncia apresentada pelo deputado estadual suplente por São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, Agripino Magalhães, sobre falas homofóbicas de Jonas, ex-participante do BBB, contra Juliano Floss.
O caso foi encaminhado à Secretaria da 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Madureira e Jacarepaguá e aguarda análise pelo promotor de Justiça. A pena, em casos como esse, pode chegar a cinco anos de prisão.
O Extra teve acesso ao documento. Nele, é solicitado a apuração das falas consideradas ofensivas à comunidade LGBTQIAPN+ e por Jonas ter, segundo a denúncia, utilizado expressões e imitações consideradas estereotipadas e pejorativas.
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O ocorrido aconteceu quando Jonas discutiu com Juliano Floss. Na ocasião, o ex-participante, segundo é acusado, apresentou conduta transfóbica, imitando falas de homossexuais com o intuito de ofender e segregar a comunidade LGBT+.
‘Tá afetado, que afetadinho seu argumento é peidar e dormir, ai peidão, ixi, tá afetado, olha isso, Meu Deus que afetadinho seu argumento é peidar e dormir, vai lá infanto juvenil’.”, disse.





