Um levantamento feito pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, revelou que o governo da Bahia, sob gestão de Jerônimo Rodrigues (PT), realizou 207 pagamentos ao Banco Master entre 2023 e fevereiro de 2026. Os dados extraídos do Portal da Transparência do Estado mostram repasses que somam R$ 49,2 milhões no período.
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Ainda conforme a publicação, R$ 47,4 milhões foram pagos apenas em 2024, em operações relacionadas à antecipação de valores de precatórios do Fundef.
A situação foi exposta um dia após reportagem publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, no portal Metrópoles, com informações obtidas a partir da quebra de sigilo bancário de Daniel Vorcaro, que ajudaram a dimensionar os valores movimentados em operações envolvendo o banco.
De acordo a publicação, o empresário baiano Augusto Lima, ex-CEO da instituição bancária, teria operado um esquema de pagamento de propina que incluiria a distribuição de malas de dinheiro na sede do banco, em São Paulo, além de repasses a empresas que teriam políticos como sócios ocultos.
Augusto Lima chegou a ser preso no âmbito das investigações e permaneceu detido por 11 dias, entre 18 e 29 de novembro de 2025. Ele foi liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, passando a responder ao processo com uso de tornozeleira eletrônica. Lima é apontado como controlador do Banco Pleno.






