PF teria encontrado pagamentos de ex-CEO do Banco Master para nome ligado ao Governo da Bahia

O ex-CEO do Banco Master, Augusto Lima, teria operado um esquema de pagamento de propina para empresas com políticos como sócios ocultos, segundo investigações. A Polícia Federal teria identificado que uma das empresas a receber dinheiro está no nome da esposa de um secretário de Estado com conexões com o PT baiano, segundo a coluna Andreza Matais, do jornal Metrópoles.

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A informação veio à tona após dados obtidos a partir da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro. Relatos apontam que Lima operava um esquema de pagamento de propina, com malas de dinheiro distribuídas na sede do banco, em São Paulo, ou para empresas que teriam políticos como sócios ocultos.

Lima, que também é controlador do Banco Pleno, ficou preso por 11 dias, entre 18 e 29 de novembro de 2025, e foi solto por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) com monitoramento por tornozeleira eletrônica.

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