Marcelino Galo rebate ACM Neto após tiroteio em Xique-Xique e o chama de “profeta da desgraça”

O deputado Marcelino Galo (PT), líder do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), chamou o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União), de “profeta da desgraça”, após o ex-prefeito de Salvador criticar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) por causa de um intenso tiroteio na cidade de Xique-Xique na tarde deste sábado (21). Informações preliminares dão conta de que a polícia desarticulou um grupo criminoso que tentava se instalar na cidade.

“A cada esquina da política baiana, ACM Neto insiste em representar o mesmo papel: o de arauto do caos, o profeta da desgraça que vive a repetir como um disco riscado que ‘não existe mais dia, hora ou lugar de paz na Bahia'”, disparou em comunicado enviado à imprensa.

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O texto enviado pela equipe do petista ressalta que a realidade insiste em desmontar o teatro montado pelo ex-prefeito de Salvador, uma vez que enquanto ACM Neto estava postando críticas ao governo, a Polícia Militar da Bahia já estava em ação para neutralizar os suspeitos na referida cidade.

Galo foi além ao analisar o comportamento de ACM Neto em relação a um caso na região de Pedra do Cavalo: “a ironia é cortante. Enquanto Neto posava de estadista, a polícia trabalhava. Enquanto ele explorava a dor alheia, os agentes de segurança arriscavam suas vidas”.

O parlamentar também ressaltou que o opositor chegou a espalhar a informação de que Jerônimo Rodrigues teria dito que “trataria criminosos com carinho”, declaração que trata como “mentirosa”.

Galo crava que “O problema de ACM Neto não é apenas a mentira. É a esterilidade de seu discurso. Ele crítica, aponta, acusa, mas nunca apresenta uma solução, nunca propõe um caminho”.

Para o parlamentar, a atuação de Neto se resume a gravar vídeos na varanda de casa, munido de celular alheio, enquanto a polícia está na rua, no enfrentamento direto com o crime organizado.

“Não há proposta para a saúde. Não há ideia nova para a educação. Não há projeto para gerar emprego . Há apenas a repetição obsessiva do verbo “criticar”, como se isso, por si só, fosse governo”, sentencia Marcelino Galo.

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